segunda-feira, 27 de maio de 2013
Eu costumo dizer que gosto das coisas quando elas me inspiram a algo. Gosto de fotografias e desenhos que me façam imaginar uma história, gosto de músicas que me inspirem a cantar alto, gosto de filmes que me emocionem e me inspirem a escrever, gosto de pessoas que me inspirem a ser melhor, gosto de livros que me induzam a me imaginar na história, e confesso que fico triste quando eles terminam. Tens uns que eu gostaria que durassem pra sempre. Estou sempre a procura de outra coisa, de outro lugar com outras pessoas. Eu percebo a todo tempo, que falta algo aqui. O que aconteceu com a solidariedade, com o amor ao próximo? Tá faltando sensibilidade pra perceber. Perceber o sol e a cor das folhas verdinhas quando ele bate contra elas. Perceber a beleza que é uma onda quebrando e a sensação maravilhosa do vento contra a pele. Perceber o outro. Perceber que não está sozinho. Perceber e se importar com algo além de si mesmo. Perceber o quanto é bom o calor do toque e o calor da palavra. Perceber a si mesmo e o que você realmente quer. E fazer. Perceber e fazer. Tá faltando atitude. Perceber o valor de enxergar, de sentir cheiros e gostos, de poder ouvir os passaros, os carros, as pessoas, os corações que batem tão perto do seu. Perceber o valor de poder toca-las. Perceber a diferença de se destacar por escolher usar bem seu cérebro e pensar. Perceber que você é livre. Que pode fazer o que quiser. Que os valores impostos pela sociedade não tem poder pra te impedir de ser quem você quer ser. Não tá faltando vontade. Todo mundo tem vontade de ser feliz. Tá faltando perceber como e o poder que você possui de tornar a sua vontade, realidade.
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